quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Encontro / retiro de leigos - 10 e 11 de Dezembro 2011

“Viver a alegria de filho de Deus,
segundo a identidade carismática de Luiza Andaluz ”
 
No passado fim-de-semana, reuniu-se em Fátima um grupo de 10 Pessoas. Viajaram do Distrito de Beja e de Lisboa, procurando assim preparar-se para um verdadeiro Natal, onde se valorize não os bens materiais mas sim os espirituais.
Procurou-se recordar o significado do Baptismo e consciencializar cada um de nós, a assumir o seu “papel” de cristão, na Igreja e no meio onde se vive e trabalha.
 Através do tema do Baptismo recebemos uma “Marca especial”, que permanece connosco para sempre.
O nosso coração é a Casa de Deus, e esta “casa” está sempre em andamento, sempre connosco… assim como o nosso coração que permanece em nós, para que possamos Viver! (somos casinhas ambulantes!) e como tal devemos dar testemunho de Deus…
Após esta consciência de que com o Baptismo recebemos um Dom, fomos questionados:


 ”Tenho consciência que recebi a vocação à santidade no dia do meu Baptismo?”

E este tema abriu a discussão acerca do que cada um dos membros do grupo estaria dispôs a fazer para dar testemunho de santidade e dinamismo apostólico, a nível individual, familiar, profissional e na comunidade paroquial, tendo como exemplo alguns santos e o carisma de Luiza Andaluz.
Na tarde de sábado, o tempo foi de reflexão bíblica e individual sobre o tema “Alegoria da videira e dos ramos”(Jo 15,1-8). «O meu Pai é o agricultor que cultiva, com amor, a videira e os ramos» «Permanecei em mim».
O cristão só poderá produzir frutos se estiver ligado ao próprio Cristo:  

“Sem mim nada podeis fazer”

Em tempo de Advento dedicou-se o domingo a este tema e á sua explicação e significado, de modo a despertar as nossas capacidades de amor, de oração, de confiança em Deus, de bondade, de solidariedade e de oração que estavam adormecidas no fundo de cada um de nós! 
O fim-de-semana de retiro terminou. Que cada um de nós, após estas reflexões, seja a capaz de dar testemunho como Luiza Andaluz 


Deixa por onde fores passando sinal da tua caridade.”
Luiza Andaluz
Élia Florêncio

 

Partilha do Advento de Dulce Helena


O Advento para mim é o tempo que antecede o nascimento de Jesus. É um tempo para me preparar interiormente. Um tempo para conseguir derrubar os muros que me separam do caminho do Senhor. Tempo também para reflectir, para superar melhor as dificuldades do dia-a-dia e aceitá-las melhor.

Somos, desde há muito tempo, um Povo que Tu governas, que não é designado pelo Teu nome.
Quando não confio e me desvio do Seu caminho, digo: “- Onde está Deus?”. Devo pois, deixar-me guiar pelo Senhor, através da oração e da escuta da palavra.

Jesus foi ter com João para ser baptizado. Foi um exemplo para nós seguirmos; sermos semente a germinar. Devemos pois ter confiança e disponibilidade.

Maria, pela sua disponibilidade, é para mim um modelo de compromisso e um caminho a seguir.

Dulce Helena, Guarda

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Significado do Advento para Maria Celina

O Advento é a preparação para a chegada mais importante que é Jesus.
Como preparo eu essa chegada tão importante? Parando um pouco e não andando neste corre, corre de velocidade em que tudo é atropelado, espezinhado, sem ter o discernimento de ver que estou à espera d’Aquele que vai chegar e que só isso me basta.


Situo-me perante Deus como uma pessoa que sabe que só Deus basta mas que esquece de O colocar em primeiro lugar.
Identifico-me com este Povo apresentado pelo profeta sabendo que Deus é o Redentor e o caminho que devo seguir em tudo aquilo que faço.
O caminho a tomar é colocar em prática aquilo que nos diz o profeta Isaías.

Tocou-me a expressão de João Batista ao dizer que ele apenas baptizava nas águas mas que em seguida viria Aquele que nos ensinaria tudo através de um Espírito renovador.
Deixar-me baptizar por Jesus é, de facto, deixar-me guiar pela Sua mão e acolher os Seus ensinamentos. Espero que venha depressa essa minha transformação de homem/mulher nova.

A figura de Maria seduz-me pela simplicidade de acreditar plenamente no que lhe disse o Anjo e o seu sim firme e convicto.
Fico com o propósito firme e verdadeiro de que Deus me transformará se eu disser o meu sim também pois tudo mais será um dom de Deus.

Maria Celina, Guarda

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Lídia: O que é o Advento para mim?

Para mim, o Advento é um tempo, ou melhor, um sentimento de renovação, de espera, de vigilância, de acolhimento daquele Menino que já veio tantas vezes mas que há-de vir novamente; que se doa à humanidade numa criatura frágil de um bebé.
Advento é, no fundo, a esperança do Natal que há-de vir.


Este texto de Isaias toca-me de uma maneira particular pois parece-me que nos encontramos um pouco como este Povo; um povo sem rumo, sem esperança, indiferente ao seu Deus.
Hoje, não se dá tempo ao Advento – queremos Natal sem espera, sem conversão. E perguntam-me hoje: “- Onde está o teu presépio?”. Como dizer que não posso ter um presépio sem o construir? Como explicar que a Igreja me proporciona quatro semanas de preparação para essa construção?
São símbolos aquelas figuras que colocamos no presépio, eu sei, mas também os profetas usaram símbolos para falarem de Deus aos homens.
Sinto, neste Advento, que ainda sou fraca por não anunciar esta realidade a todos aqueles que me perguntam pelo meu presépio.

No seguimento do texto de Isaías, surge o texto de Marcos que nos apresenta um João Baptista sem medo, sem preconceitos ou respeitos humanos que vem clamar, a partir do deserto, que existe uma salvação; um Redentor.
Mas indica também o que é preciso fazer para aguardar a Sua vinda: conversão, arrependimento e mudança de atitude. É este o sentimento que quero retirar do texto, para mim, nesta espera do Menino que vem ao meu encontro.

Tal como Maria, desejo deixar que Deus encarne na minha existência para que Ele esteja, viva, actue onde eu estiver. Para que essa transformação aconteça, tenho que viver em plenitude este Advento.

Lídia, Guarda

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Partilha do Advento


O Advento é o tempo que a Igreja coloca à nossa disposição para melhor nos prepararmos para o Natal, para a vinda de Jesus. Esta preparação deve ser feita procurando, como nos diz o Evangelho de hoje, tornando planos os caminhos, endireitando veredas, ou seja levando a uma mudança de vida, corrigindo o que há de menos bom nas nossas vidas e procurando seguir o caminho recto, aquele que nos conduz a Deus. Fazendo esta preparação não só no Advento mas em toda a nossa vida, estaremos preparados para a segunda e definitiva vinda de Cristo.

As frases que mais me marcaram: « Nunca nenhum Deus fez tanto por quem n’Ele confia»; «Tu és nosso pai; nós somos a argila e Tu és o oleiro. Fomos modelados pelas Tuas mãos».
Nem sempre vejo a Deus como este Pai amigo, próximo, que tudo faz por quem n’Ele confia. Muitas vezes é nas dificuldades, quando surgem os problemas que mais nos aproximamos de Deus e nestas situações sempre pedindo ajuda.
 
A leitura deste texto é um convite à conversão, à ruptura definitiva da conduta anterior e a decisão de empreender uma vida completamente nova.

Tocou-me particularmente a confiança e disponibilidade de Maria. Por meio dela e nela Deus realiza o seu projecto salvador. 
Hoje, Deus serve-se de mim; quer a minha existência, com o que sou, com o que tenho e com tudo o que quero, para me trabalhar tal como o oleiro trabalha o barro.

Lúcia, Guarda

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Significado do Advento


O Advento para mim é a vinda do menino Jesus; é um tempo para nos prepararmos para o Natal e esperarmos o nascimento do Deus menino com o mesmo entusiasmo que quando uma mãe espera um filho e começa uma vida nova.
Mas também devemos preparar o nosso coração para ajudar mais os pobres; levarmos um pouco de carinho e alimentos aos que mais precisam porque quantos há que não têm um Natal.

 Eu situo-me diante de Deus como um grão de milho muito pequenino, perdida porque sou pecadora e muitas das vezes não me sei dominar.
O caminho a tomar é o de seguir Jesus, tal como fez a nossa irmã Luíza Andaluz que arregaçou as mangas e seguiu os conselhos do Mestre. Eu peço muitas vezes a Deus que me dê um coração parecido ao de Luiza Andaluz.
 
João Batista fazia entrar na água as pessoas que iam ao seu encontro e ele as baptizava com o Espírito Santo. Assim também, eu me quero envolver desse Espírito para que ele me guie no caminho de Deus e me prepare para a última caminhada em direcção ao Pai do céu. 

Albertina, Guarda

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que é para a Fernanda Monteiro o Advento?

Será uma preparação para a vinda de Jesus. Como dizia S. João Batista – Preparai os cominhos do Senhor, endireitai as suas veredas. Assim também nós deveríamos fazer, na medida da nossa pequenez, como seres humanos, imitando a vida d’Aquele que esperamos.


 Sendo um ser pequeno na imensidão do amor de Deus, talvez me sinta um grão de argila que precisará de ser modelado nas mãos do Grande oleiro que é Deus. Tal como o povo de Deus desterrado para a Babilónia, assim também nós nos podemos identificar como seres que precisam de pensar em Deus, rezar e pedir perdão pelas culpas e remissão dos pecados.

Preparai os caminhos do Senhor, endireitai as suas veredas. Com confiança e amor em Deus, seguindo a doutrina que Jesus nos ensinou, poderemos permitir que Jesus nos guie no novo nascimento e nos ajude a tentar modificar as nossas vidas para um mundo melhor.

Maria – porque sendo um ser humano, sem compreender as razões que Deus tinha para com ela, mesmo assim, aceitou ser mãe de uma criança. Só com as palavras do Anjo, sem mais palavras que explicassem melhor aquele acontecimento, ofereceu a sua vida, convicta de que o Senhor estaria sempre ao seu lado para tudo o que daí pudesse advir. Naquele tempo, toda a mulher que ficasse grávida antes do casamento, seria julgada e condenada à lapidação. Ora, Maria sabia que corria esse risco, mas mesmo assim aceitou o que lhe era proposto. Sendo jovem, deixou a sua casa para ir ajudar a sua prima que entretanto ficara grávida. Tal exemplo leva-me a querer cumprir a lei do Senhor na vida quotidiana, tentando levá-Lo para onde quer que eu vá. Tentar dizer sempre o Sim como Maria, mesmo com vacilações.

Fernanda Monteiro