segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Creio em Deus? Porquê?


Toda a gente crê e todos somos incrédulos, o famoso “creio naquilo que vejo” penso que é falso porque todos cremos que existe algo, ou alguém muito além do que conhecemos. Não há como evitar isso. Vivemos todos os dias com estas duas palavras Crer e não Crer, acreditamos nos médicos, nas esposas, no que dizem os membros da Igreja, nos catequistas que ajudam os nossos filhos a entenderem os evangelhos, enfim acreditamos em algo. Por isso todas as pessoas são crentes.

Alguns cientistas dizem que esbarram muitas vezes com Deus, e que por muitas experiências que façam não conseguem provar que Ele não existe. Em Dezembro de 68 foi o homem a lua, todo o mundo estava à escuta e ouvem os astronautas a ler a primeira página da Bíblia. Já em Terra, um deles diz “Dai-nos, ó Deus, a possibilidade de ver o vosso amor no mundo, tão cheio de pecadores. O que a Bíblia nos diz é a verdade para a nossa salvação”.

Os ateus dizem que Deus não existe, jamais o encontrarão. É que Deus chama-nos com muita descrição, Ele está presente em tudo que nos rodeia: no Credo nós dizemos “CREIO EM DEUS PAI”, aí temos a prova do Seu amor de Pai, e que realmente somos seus filhos. No evangelho, Ele revela-se Pai de todo homem, seja qual for a sua raça e o seu pecado. Um Pai que nos conhece pelo nome, sejamos cristãos ou de outra religião, porque adoramos um só Deus. Ninguém viu Deus, mas com o nosso espírito sentimos o seu amor, a sua grandeza. Ele dá-nos tantas razões para acreditarmos Nele, porque Deus está no nosso próximo. Deus é tão sensível ao nosso coração e nós nem damos conta do seu amor.

Jesus diz a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e vê a minha mão. Estende a tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas acredita!” Respondeu-lhe Tomé: “Meu Senhor e meu Deus” e Jesus diz-lhe: “Porque viste, acreditaste. Felizes os que não viram e acreditaram”.

Deus ama-nos tanto, é tão generoso para connosco! Quando é que nos resolvemos, também, a ser generosos para com Ele?Luiza Andaluz

Augusto Ferreira, Guarda

domingo, 1 de janeiro de 2012

Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial da Paz - 1º de janeiro de 2012

(...) Com qual atitude devemos olhar para o novo ano? No salmo 130, encontramos uma imagem muito bela. O salmista diz que o homem de fé aguarda pelo Senhor "mais do que a sentinela pela aurora" (v. 6), aguarda por Ele com firme esperança, porque sabe que trará luz, misericórdia, salvação. Esta expectativa nasce da experiência do povo eleito, que reconhece ter sido educado por Deus a olhar o mundo na sua verdade sem se deixar abater pelas tribulações.

Convido-vos a olhar o ano de 2012 com esta atitude confiante. É verdade que, no ano que termina, cresceu o sentido de frustração por causa da crise que aflige a sociedade, o mundo do trabalho e a economia; uma crise cujas raízes são primariamente culturais e antropológicas. Quase parece que um manto de escuridão teria descido sobre o nosso tempo, impedindo de ver com clareza a luz do dia.
Mas, nesta escuridão, o coração do homem não cessa de aguardar pela aurora de que fala o salmista.

(...) Queria aqui dizer aos pais para não desanimarem! Com o exemplo da sua vida, induzam os filhos a colocar a esperança antes de tudo em Deus, o único de quem surgem justiça e paz autênticas.

(...) o reto uso da liberdade é um ponto central na promoção da justiça e da paz, que exigem a cada um o respeito por si próprio e pelo outro, mesmo possuindo um modo de ser e viver distante do meu. Desta atitude derivam os elementos sem os quais paz e justiça permanecem palavras desprovidas de conteúdo: a confiança recíproca, a capacidade de encetar um diálogo construtivo, a possibilidade do perdão, que muitas vezes se quereria obter mas sente-se dificuldade em conceder, a caridade mútua, a compaixão para com os mais frágeis, e também a prontidão ao sacrifício.

(...) a “cidade do homem” não se move apenas por relações feitas de direitos e de deveres, mas antes e sobretudo por relações de gratuidade, misericórdia e comunhão. A caridade manifesta sempre, mesmo nas relações humanas, o amor de Deus; dá valor teologal e salvífico a todo o empenho de justiça no mundo ».

"Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados" (Mt 5, 6). Serão saciados, porque têm fome e sede de relações justas com Deus, consigo mesmo, com os seus irmãos e irmãs, com a criação inteira.

(...) A paz é fruto da justiça e efeito da caridade. É, antes de mais nada, dom de Deus. Nós, os cristãos, acreditamos que a nossa verdadeira paz é Cristo: n’Ele, na sua Cruz, Deus reconciliou consigo o mundo e destruiu as barreiras que nos separavam uns dos outros (cf. Ef 2, 14-18); n’Ele, há uma única família reconciliada no amor.

A paz, porém, não é apenas dom a ser recebido, mas obra a ser construída. Para sermos verdadeiramente artífices de paz, devemos educar-nos para a compaixão, a solidariedade, a colaboração, a fraternidade, ser ativos dentro da comunidade e solícitos em despertar as consciências para as questões nacionais e internacionais e para a importância de procurar adequadas modalidades de redistribuição da riqueza, de promoção do crescimento, de cooperação para o desenvolvimento e de resolução dos conflitos.

« Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus » – diz Jesus no sermão da montanha (Mt 5, 9). A paz para todos nasce da justiça de cada um, e ninguém pode subtrair-se a este compromisso essencial de promover a justiça segundo as respectivas competências e responsabilidades. De forma particular convido os jovens, que conservam viva a tensão pelos ideais, a procurarem com paciência e tenacidade a justiça e a paz e a cultivarem o gosto pelo que é justo e verdadeiro, mesmo quando isso lhes possa exigir sacrifícios e obrigue a caminhar contracorrente.

Perante o árduo desafio de percorrer os caminhos da justiça e da paz, podemos ser tentados a interrogar-nos como o salmista: « Levanto os olhos para os montes, de onde me virá o auxílio? » (Sal 121, 1). A todos, particularmente aos jovens, quero bradar: «Não são as ideologias que salvam o mundo, mas unicamente o voltar-se para o Deus vivo, que é o nosso criador, o garante da nossa liberdade, o garante do que é deveras bom e verdadeiro (…), o voltar-se sem reservas para Deus, que é a medida do que é justo e, ao mesmo tempo, é o amor eterno. E que mais nos poderia salvar senão o amor?».

O amor rejubila com a verdade, é a força que torna capaz de comprometer-se pela verdade, pela justiça, pela paz, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (cf. 1 Cor 13, 1-13).
(...) Olhemos, pois, o futuro com maior esperança, encorajemo-nos mutuamente ao longo do nosso caminho, trabalhemos para dar ao nosso mundo um rosto mais humano e fraterno e sintamo-nos unidos na responsabilidade que temos para com as jovens gerações, presentes e futuras, nomeadamente quanto à sua educação para se tornarem pacíficas e pacificadoras!
Vaticano, 8 de dezembro de 2011

(sublinhados nossos)

sábado, 31 de dezembro de 2011

SANTA MARIA MÃE DE DEUS, DIA MUNDIAL DA PAZ!

Coloquemos o Novo Ano sob a protecção maternal de Maria, Mãe do Deus feito homem, Mãe da Salvação, que é Cristo. Como Ela, digamos "SIM!" a Deus que quer salvar o nosso Mundo, que o quer renovar de modo admirável, pelo Amor.
…(Foi de Maria) que o Verbo assumiu como próprio aquele corpo que havia de oferecer por nós. (…) O anjo Gabriel tinha anunciado esta concepção com toda a precisão e prudência; não lhe disse: “O que há-de nascer em ti”, como se tratasse de algo extrínseco, mas "de ti", para indicar que o fruto deste nascimento procedia realmente de Maria. O Verbo, ao tomar a nossa condição humana e ao oferecê-la em sacrifício, assumiu-a na sua totalidade, para nos revestir depois a nós da sua condição divina
S. Atanásio (sec. IV)
"O Senhor te abençoe e te proteja. O Senhor faça brilhar sobre ti a Sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os Seus olhos e te conceda a paz." Assim invocarão o Meu Nome sobre os filhos de Israel e Eu os abençoarei. Núm. 6, 24-27
Demos graças ao Senhor por todos os dons com que abençoou a nossa vida, durante o ano de 2011, e iniciemos o Novo Ano de 2012, pedindo a sua benção para todos.
Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa Paz!
Senhor, trazei-nos a Paz, guardai-nos no Vosso Amor!
Ele será a Paz! Miq. 5,5ª
Vive sempre em paz quem sabe unir, generosamente, a sua vontade à de Deus. Luíza Andaluz, in Pensamentos - O Amor Opera Maravilhas
A Equipa Coordenadora da Família Andaluz em Portugal deseja a todos um Santo e Feliz Ano Novo, cheio das bençãos do Príncipe da Paz, do Emanuel,  o Deus connosco.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Santo Natal



A Equipa Coordenadora da Família Andaluz em Portugal deseja a todos um Santo Natal,
cheio das bençãos do Deus Menino.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Família Andaluz da Paróquia de Lamas



 Reunir a Família é dos acontecimentos que mais marca todas as pessoas, neste mundo tão stressante que vivemos todos os dias.
Nesta época de Natal é mais fácil falar de amor e fraternidade, mas este é um sentimento que deve permanecer sempre nos nossos corações durante todo o ano.
            Assim, e porque faço parte de uma Família não de sangue, mas de coração que gosto de dar a conhecer e a convidar a fazer também parte dela.
            Somos poucos, mas uma família feliz, porque podemos dar testemunho de um carisma que nos foi deixado pelas irmãs Servas de Nossa Senhora de Fátima e Luísa Andaluz.

Eu nome de Todos os Membros da Paroquia de Lamas , deixo aqui um Enorme Abraço Fraterno de um SANTO NATAL, e que 2012 a Famíla ANDALUZ SE MULTIPLIQUE não só em Portugal como em todo o mundo.

FA Lamas

Última partilha sobre o Advento - Guarda

Nascemos imperfeitos, marcados pelo pecado mortal mas, como forma de purificação, somos baptizados e passamos a pertencer a algo maior do que nós mesmos, a Igreja, esposa de Cristo.
Ao deixar-me ser moldada pelas mãos do criador, confio plenamente nas decisões Dele pois sei que são sempre as melhores porque Ele é pai.


Não quero ser ouro nem prata
Não quero ser vidro nem cristal
Só quero ser 
barro nas Tuas mãos
Para que Tu, Senhor, 
me possas moldar.”

 
Com João Batista, começou o Evangelho, a proclamação da palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ao baptizar-me, tirou-me da escuridão para o caminho da luz, com  a água que foi derramada sobre a minha cabeça e com o Espírito Santo, a vela, a guiar-me no dia-a-dia, agindo como “linfa vital”.
“A Deus nada é impossível” e, por isso, quero dizer como Maria: “Eis a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a Tua palavra”, o menos hesitantemente possível.

Raquel Ferreira

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O que é o Advento?


 
Advento é um tempo de preparação para a vinda de Jesus. Devemos, neste tempo, preparar o nosso coração para receber o Deus menino. Já João Batista proclamava no deserto do arrependimento e mudança de vida. Os caminhos do nosso coração devem ser abertos, em direcção ao acolhimento dos nossos irmãos mais necessitados.
A Família Andaluz tem-me ajudado muito a ver estes caminhos de Jesus e a reflectir sobre muitos assuntos importantes da minha vida como cristã.

Odete Monteiro