quarta-feira, 24 de julho de 2013
Casamento da Stephanie e Samuel
O casamento foi no Sábado pelas 13h em S. Mamede da Ventosa (Torres Vedras).
Para quem não os conhece pessoalmente: A Stephanie faz parte da FA Portugal (grupo do Oeste), trabalha na Casa Geral e faz os bonitos cartazes da FA, convites, posters, blog, facebook.... O Samuel, também tem feito parte do grupo do Oeste e é o nosso Coordenador Geral! (a criança é o irmão mais novo da Stephanie que se deliciou em ir no carro dos noivos!...)
A Família Andaluz alegra-se pelo vosso sim e testemunho. Que o Senhor sempre vos continue a abençoar.
(ir Mafalda)
domingo, 30 de junho de 2013
Que bom é COMUNGAR JESUS!
Dois grupos de meninos, que completaram a sua formação para a primeira Comunhão, viveram um dia de preparação especial para esse grande momento, organizado para eles, com todo o carinho, pela Família Andaluz.
Foi em São Tomé de Lamas, a 04/05/2013 e, uma semana depois, no Entroncamento, a 11/05/2013.
Os 14 meninos de São Tomé de Lamas e os 60 do Entroncamento expressaram o seu amor
a Jesus Eucaristia, na responsabilidade com que realizaram
os trabalhinhos de grupo, na atenção com que dialogaram com os animadores,
quando eram confrontados para aprofundarem a maravilha que são os sacramentos
da Confissão e da Eucaristia, e fazerem descobertas sobre cada um deles, através
de imagens projetadas, power points, atividades lúdicas e dos lindos e
expressivos gestos com que Lhe cantavam os cânticos, a quem deram a beleza do
fervor das crianças unidas no mesmo louvor.
Parabéns aos
seus catequistas e famílias, pelo empenho que tiveram na sua preparação, aos
meninos e meninas, pelo interesse, pela fé, pelo amor que já têm às coisas de
Deus, e às suas paróquias, por gerarem estes grupinhos de pequenos cristãos,
prontos a tudo por Jesus e pela Igreja!
A Família Andaluz reza por vós e continuará a preparar
actividades divertidas, que vos poderão dar aquela Alegria que ninguém pode tirar, porque só querem encher o vosso coração de Jesus e do Seu Amor e Paz.
Ir Teresa Frias, snsf
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Papa no Angelus de Domingo (artigo da RR)
“Não tenham medo de andar contra a corrente”
O Papa evocou, ontem, no Angelus, a vida de São João Baptista e, de improviso, lançou um apelo, dirigido, em particular, aos mais jovens: “Não tenham medo de andar contra a corrente”.
“Querem-nos roubar a esperança quando nos propõem valores que estão envenenados, como um prato envenenado que nos faz mal. Mas devemos andar contra a corrente. E vocês, jovens, devem ser os primeiros a andar contra a corrente e a ter o orgulho de o fazer”, disse Francisco, na Praça de São Pedro, no Vaticano.
“Quantas pessoas pagam um preço caro por se empenhar pela verdade. Quantos homens rectos preferem andar contra a corrente por não renegarem a voz da consciência, a voz da verdade”, lamentou.
“Para a frente! Sejam corajosos e andem contra a corrente!”, incentivou, por fim, Francisco.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Reflexão sobre o encontro nacional da Família Andaluz
“Saibamos
hoje começar vida nova”, Luiza Andaluz
A Própria profissão de
fé é um acto simultaneamente pessoal e comunitário. De facto o primeiro sujeito
da fé é a Igreja. “Eu creio” é a fé da Igreja professada pessoalmente por cada
crente. (Porta da Fé).
A jornada da Família
Andaluz é sempre um dia vivido em comunhão entre leigos e as Servas de Nossa
Senhora de Fátima. Nós, na Guarda, começámos a viagem em oração. Depois de
alguns momentos de pausa, a Irmã Joaquina tinha organizado a viagem para ler e
meditar sobre A Serva de Deus, Madre Luiza.
Já em Fátima, foi o
encontro na Capelinha com a Mãe do Céu; houve emoção e um silêncio interior,
como se disséssemos: “Aqui estamos Maria! Pedíamos a sua intercessão junto de
Jesus”. Sabemos que os filhos obedecem às mães, tendo Jesus obedecido desde o
início. Nas bodas de Caná, Ela diz: “Filho, eles não têm vinho. ” Jesus, mesmo
sabendo que a sua hora ainda estava por chegar, obedeceu-Lhe.
Vivemos a Eucaristia com
muita fé e devoção. Partilhámos o almoço. Não posso deixar de dizer que as
Irmãs da Guarda, sempre nos brindam com os deliciosos bolos de batata. (Que já
se tornaram num vício bom).
Chegou o momento da
partilha dos membros da Família Andaluz. Foram partilhas de vida, muito ricas
de amor, serviço e devoção. Pessoalmente, a partilha que mais me tocou foi a do
diácono de Sesimbra. Foi curta mas disse tudo: “Não tenho medo de afirmar que
sou católico; que rezo todos os dias”. Mas, a frase que mais me fez pensar,
foi: “Não tenho medo!” Eu também sou um pouco assim, gosto de falar d’Ele.
No regresso, já foi
vivido de maneira diferente. Tivemos momentos de oração, partilha de alguns
membros, entre outros. Para não trazermos “sobras”, lanchamos pelo caminho.
Então, tivemos uma
sessão de fados animados pela Fernanda e não só. Pessoalmente os momentos de
oração foram os melhores.
A Serva de Deus, Madre
Luiza Andaluz, diz-nos: “Gastamos tanto tempo em frivolidades e tão pouco a
procurarmos conhecer melhor a Deus, afim de mais e melhor o amarmos, que é o
que mais importa.”
Augusto, Raquel
e Fernanda, FAG
terça-feira, 21 de maio de 2013
DINÂMICA DO BARCO PARA REFLETIR - ANO DA FÉ
SÃO GABRIEL DA PALHA –ES - BRASIL
Partilha sobre o encontro Família
Andaluz realizado dia 13/04/2013
O encontro aconteceu de forma bem
animada e acolhedora pelas irmãs Servas de Nossa Senhora de Fátima: irmã
Isilda, irmã Quitéria, irmã Preciosa, e a participação de vários leigos.
Primeiro nos aquecemos com uma bela ginástica cantando e movimentado, em seguida
nos aquietamos invocamos o Espírito Santo cantando, saudamos a Trindade Santa,
nos cumprimentamos na Paz de Cristo Ressuscitado. Prosseguimos nosso encontro com uma dinâmica
(anexo) onde todos participaram com bastante alegria, foi recitado um jogral da
vida de Luiza Andaluz, um texto bíblico João 10, 9- 16 e terminamos com orações
rezada a luz da palavra. E ainda foi partilhado o compromisso mensal a realizar
uma obra concreta de acordo que ensinou Luiza Andaluz. Há! ganhamos um bombom
com frases bíblicas de Cristo Ressuscitado.
Paz e Bem!
ENCONTRO DA FAMÍLIA ANDALUZ –
13/04/2013
“É feliz a alma cuja fé a faz ver
a mão de Deus em tudo que a rodeia. A sua vida torna-se um antegozo do
paraíso.” Luiza Andaluz
ANO DA FÉ - DINÂMICA DO BARCO
PARA REFLETIR...
No 'Ano da Fé', somos convocados a reavivar a chama da fé em
nosso coração, em nossa caminhada de cristãos. Em uma sociedade secularizada,
que, aos poucos, vai perdendo as raízes da sua própria identidade cristã, a
Carta Apostólica do Papa Bento XVI, Porta Fidei, é um convite
a retornamos às nossas raízes e, assim, vivenciarmos um tempo novo.
De acordo com que aprendemos com Luiza Andaluz no
seu testemunho de vida.
Neste ano da fé... Muitas vezes pensamos o que é fé... Eu tenho fé?... É
fácil viver a fé?... Como falar de fé para alguém? Como anda a minha fé?
Dinâmica do Barco
Entregar uma folha em branco para cada participante.
- Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar.
(fazer o barco de papel)
CANTEMOS: nº 1142 remando
nossos barquinhos
quem é que vai? (eu vou, eu vou) quem é que vai? (eu vou, eu vou)
quem é que vai nessa barca de jesus, quem é que vai?
1. jesus está esperando por você
a caminhar, esperando
por você.
na multidão,
esperando por você.
a sua mão, esperando
por você.
a acenar, esperando
por rocê.
chamando vem,
esperando por você.
de coração, esperando
por você.
2. tem muita gente esperando por você,
a caminhar, esperando
por você,
todos cantando,
esperando por você,
juntos com jesus,
esperando por você.
e tem lugar,
esperando por você,
para sentar,
esperando por você,
a barca está,
esperando por você,
para partir,
esperando por você.
Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, tranquilo e com é bom
essa tranquilidade, essa paz, mas em muitos momentos nós navegamos por entre
tempestades que quase nos levam a naufragar e até mesmo duvidar da nossa fé.
Para não corrermos o risco de naufragar, precisamos equilibrar bem o peso de
nosso barco, e para isso temos que ver o que pode estar pesando dentro desse
barco.
O barco pesa do lado direito. São influências do mundo.
Exemplos:
- ambição, prostituição,
- drogas, violência, tráfico humano,
- televisão, corrupção, abuso do poder,
- inveja, etc.
Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre
novamente.
(cortar a ponta do lado direito do barco)
Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que
está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco.
Deste lado do barco está pesando:
- egoísmo, preguiça,comodismo,
- infidelidade, injustiça, ganância,
- impaciência, falta de perdão,
- desamor,
- falta de oração, etc.
(cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Deste lado do barco está pesando:
- egoísmo, preguiça,comodismo,
- infidelidade, injustiça, ganância,
- impaciência, falta de perdão,
- desamor,
- falta de oração, etc.
(cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta para cima, é a
nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, a exemplo
de LUIZA ANDALUZ esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos
sustentar na nossa jornada.
(cortar a ponta de cima do barco em forma meio arredondada e colocar em algum lugar visível)
(cortar a ponta de cima do barco em forma meio arredondada e colocar em algum lugar visível)
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou?
(abrindo uma vez, parece uma camisa)
O temos
então?...
Esta é a camisa do cristão, somos atletas de Cristo, e como bons atletas que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença. (comentar alguma coisa sobre nosso dever de ser cristão)
Esta é a camisa que Luíza Andaluz usou, suou, testemunhou sua Fé. Luiza era uma mulher contemplativa e apaixonada que escutava e procurava Deus onde a vida chamava. A sua fé era prática. “Quando a luz da fé nos ilumina, o coração aquece e caminhamos intrepidamente para DEUS, vencendo todos os obstáculos. Saibamos agradecer a Deus essa fé”.
Esta é a camisa do cristão, somos atletas de Cristo, e como bons atletas que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença. (comentar alguma coisa sobre nosso dever de ser cristão)
Esta é a camisa que Luíza Andaluz usou, suou, testemunhou sua Fé. Luiza era uma mulher contemplativa e apaixonada que escutava e procurava Deus onde a vida chamava. A sua fé era prática. “Quando a luz da fé nos ilumina, o coração aquece e caminhamos intrepidamente para DEUS, vencendo todos os obstáculos. Saibamos agradecer a Deus essa fé”.
Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto:
(abrir a camisa e mostrar a cruz, sinal da certeza da nossa salvação)
Só conseguiremos esta salvação se assumirmos a proposta de Cristo. (olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)
(coloquemos a cruz na
frente dos olhos para vermos o próximo...)
Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde?
Temos que nos alimentar, e aqui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes:
Esta pontinha do barco que guardamos (mostrar e perguntar o que é)
Resposta: Eucaristia
(esta é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade)
E essas partes que sobraram? são os remos que vão sustentar nosso barco
caso venham outras tempestades em nossa vida:
(dois para nós e dois
para Jesus)
Diante do que
refletimos como estou a viver o ano da fé?
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Reportagem TV sobre a procissão das velas em Saint-Gilles, Bruxelas - Bélgica
A procissão de Nossa Senhora de Fátima em Bruxelas festejou no passado dia 11 de Maio, pelas 21h, os seus 25 anos de existência.
Como a cada ano, foram muitos os devotos que vieram dar o seu testemunho de fé na procissão que percorre as ruas da freguesia de Saint-Gilles. O Nós Cá Fora acompanhou de perto os preparativos e, registou este, que é já um momento alto do mês de Maio para a comunidade portuguesa na Bélgica.Veja o video neste link abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=y-l59vQ048M
sexta-feira, 10 de maio de 2013
O Grupo da Família Andaluz da Guarda a caminho da XVIII Jornada da Família Andaluz
Eis-nos de partida na manhã de 25 de Abril em peregrinação a Fátima quando o sol raiava.
Nesta XVIII Jornada
da Família Andaluz - Portugal, dinamizada pelas SNSF, associa-se um círculo de
amigos que comunga da “busca de
testemunhar a fé pelo compromisso com a vida da Humanidade”.
É sempre com
alegria e entusiasmo que nos preparamos para a nossa Jornada. É um dia de
paragem na nossa rotina diária. Um dia preparado com muito zelo e empenho pela
Equipa Coordenadora, mas com a participação também dos vários grupos/membros
desta grande Família.
Já a caminho foi
tempo de oração de Laudes da festa de S. Marcos, Evangelista, e de rezar o rosário
sob a orientação da Ir. Joaquina que, na ida e no regresso, sempre disponível e
atenta ao sentir de cada um, criou ambiente de espiritualidade.
À chegada,
tínhamos um grupo que nos recebeu com grande entusiasmo, tendo-nos deslocado de
imediato para a Capelinha das Aparições onde já decorria a recitação do
rosário.
Seguiu-se a
Eucaristia, no recinto do Santuário, a homilia do Senhor Reitor, a propósito da
festa de S. Marcos, foi orientada no sentido de que também nós, hoje, nos
locais onde nos encontramos sejamos “enviados”.
Entretanto, os
estômagos já pediam “sustento” e os variados farnéis foram partilhados em
verdes mesas que circundam o Centro Pastoral João Paulo VI.
Já recompostos
com o almoço, em que não faltou um café ou um chá para acalentar os corpos e as
“almas” servidos com a habitual
simpatia das Irmãs, toca a andar para as actividades que completavam o programa
previsto.
Os grupos, após
as palavras de boas vindas da Irmã Luísa Maurício, Superiora Regional,
apresentaram as tarefas propostas e houve testemunhos que a avaliar pelos
comentários ouvidos no local, foram do agrado de todos.
O grupo de
jovens, com a sua boa disposição e energia, foi-nos deliciando com algumas
coreografias e cânticos inspiradores, intercalando assim as apresentações dos
grupos e alguns testemunhos.
A criatividade
dos grupos esteve bem presente na forma como cada um tentou passar a sua
mensagem sobre o Símbolo dos Apóstolos.
Já agora uma
palavrinha para os da casa - o grupo FAG - que apresentou um jogral intitulado
“Creio no Espírito Santo”. Apesar do
frenesim que antecedeu a apresentação, tudo correu bem.
O tempo foi
ainda de convívio, de encontros e de novos conhecimentos em ambiente cordial.
No regresso
houve oração do rosário, partilha, evocação do feriado que se assinalava,
memória da Madre Luiza Andaluz, cânticos e convite para quem quisesse aparecer
nas reuniões da FA e conhecer mais de perto o carisma de Luiza Andaluz
Nas partilhas
fez-se eco da partilha da Andreia Azevedo pelo seu empenho e responsabilidade
em abraçar, em cada dia, o compromisso de cristã pela oração, diálogo e comportamentos
em família e no mundo profissional. Houve, no grupo, quem nesta linha tivesse
afirmado ter posto cobro às telenovelas pelo tempo que roubavam pois “era sempre a mesma coisa e depois de
acabarem esquecia-se tudo”.
Ainda de salientar
o testemunho do diácono Jonas que acentuou que quaisquer que fossem os
ambientes não deixava de testemunhar o Cristo em quem acreditava e, mesmo
quando os horários, por imperativos profissionais, exigiam levantar-se às 4h 30m,
levantava-se meia hora mais cedo para rezar.
A Família
Andaluz da Guarda teve direito ao mesmo condutor do ano passado, o Sr. Teixeira,
a ponto do dizer no final da viagem que já pertencia à Família! Que grande
Família esta!...
Bom e agora a
peregrinação vai continuar no dia-a-dia, de forma que os nossos gestos e
comportamentos, pela sua diferença, testemunhem Quem acreditamos.
Já a finalizar a
programação vem uma surpresa muito bem vista e bem-feita, sim senhor, a
propósito do Ano da Fé, ou seja o respectivo símbolo – a barca da Igreja
conduzida pelo Mestre Jesus Cristo.
No final, foi
hora das despedidas, com a promessa de regressar no próximo ano, cheios de
vontade de continuar nesta calorosa FAMÍLIA, inspirada na grande mulher que foi
a Madre Luiza Andaluz.
Para o ano, se
Deus quiser haverá mais uma jornada.
Custa muito
levantar cedo, mas vale a pena ir saboreando os resultados da peregrinação.
“Estejamos
atentos à voz do Senhor que no silêncio e no recolhimento nos aponta o caminho”.
(Luiza Andaluz,
Cova da Iria – 1954)
Dulce,
Lídia e Maria José Cipriano
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