Neste tempo de advento que passou, cresceu nos nossos corações a esperança, um sentimento como alguém que espera a vinda de quem nos ama, que nos cobre pela sua divina misericórdia. "Jesus Nasceu" alguém há cerca de 2000 anos pronunciou este grande acontecimento! Jesus continua a Nascer sempre que o Homem tenha a humildade de abrir o seu coração e de se entregar aos desígnios do Senhor na sua Vida. Viver para Cristo, é abraçar a Cruz, viver sem medo de dar o melhor de nós ao mundo. Abraçar o sofrimento e a doença é também uma grande manifestação de Deus na nossa vida e na vida das outras pessoas. Pequenos sinais da manifestação divina aparecem diariamente na nossa vida, Deus já provou tudo o que tinha para provar a Humanidade ao enviar o seu filho ao mundo. E nós? Temos demonstrado o quanto queremos ser-Lhe fiel? O quanto O queremos seguir? O quanto acreditamos que um dia estaremos com todo o esplendor celeste junto d'Ele e dos nossos familiares eternamente? "Vivemos na terra mas não somos da terra, somos de Deus". Assim como Luiza Andaluz saibamos neste Natal acolher na nossa intimidade este Senhor, que nos transforma, que nos molda e que nos quer junto de si.
A caminhada na vida terrena muitas vezes não é fácil, mas em nada se compara com as maravilhas que Deus faz na nossa vida, preparando o nosso coração para o encontrarmos face a face, para o verdadeiro abraço do Pai que aguarda a chegada do filho amado.
Sejam felizes!
Um abraço com amizade,
Samuel Gomes
(Coordenador Geral da Família Andaluz)
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Mensagem de Boas Festas da Coordenação Geral da Família Andaluz
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Irmã Marta Alves
Hoje sinto uma mistura de sentimentos.
Fui invadida por uma tristeza e por um sentimento de perda, acompanhados por
uma estranha serenidade.
A nossa querida irmã Marta partiu para o
Pai!!!
A serenidade que acompanha esta tristeza
foi-me dada pela própria Irmã Marta. Ao longo destes últimos dois anos e meio /
três anos que trabalhei de perto com ela e principalmente neste último ano e
meio fui assistindo à confiança e serenidade que a irmã colocava nesta última
prova que o Senhor que lhe confiou. Na sua dor, na sua doença e nas limitações
que esta lhe impunha, via-a sempre lutar, trabalhar para dar o melhor de si,
muitas vezes mais que nós mesmos, na sua preocupação e cuidado com o outro e na
confiança e alegria, que mesmo com toda a provação, colocava no Senhor.
Se hoje, tivéssemos a capacidade de a
ver aqui ao nosso lado, não tenho dúvidas que a veríamos a sorrir, com aquele
sorriso aberto que nos presenteava sempre que nos encontrava e que nos estaria
a confortar. Estaria a confortar-nos da dor de não termos mais a sua companhia,
do sentimento de perda, não se preocupando com si mesma, com a sua dor com a
sua perda, porque era assim a irmã Marta, generosa, intensa, alegre e
preocupada com os que a rodeavam.
A Família Andaluz (Portugal) está hoje
triste porque deixou de ter junto a si a Irmã Marta, mas confiante que o Senhor
a recebeu junto de si e que ela continuará a cuidar e velar por todos nós!
“A nossa vida está nas mãos de Deus e Ele
melhor que nós sabe o que é bom.” Irmã Marta Alves – Entrevista Jornal Voz da
Verdade 29.07.2012
Andreia Vicente de Azevedo
(Coordenadora Família Andaluz - Portugal)
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Encontro Familia Andaluz de Luxemburgo
1.
Era dia de S. Martinho, e o nosso encontro iniciou-se com
umas lindas palavras da irmã Donzília sobre este Santo que ao longo dos anos
festejamos, com as deliciosas castanhas
e bom vinho!
Mas não foi desta forma que demos inicio ao nosso encontro mensal, mas sim com
a oração de Vésperas próprias do dia na Capela.
2. Terminada a nossa oração passamos para a sala, onde
visualizamos umas fotos do grupo
Andaluz dos pequeninos, quando
estes passaram em agosto pela casa mãe em Santarém.
Estas fotos
foram lindamente informatizadas pela irmã Donzilia àqueles que ainda não tiveram
oportunidade de conhecer a casa mãe de
Luiza Andaluz.
Toda a Família Andaluz se alegrou com entusiasmo e o crescimento que
os pequeninos tem vindo a ter. A Isabel sua responsável foi felicitada pelo
lindo trabalho que tem vindo a realizar com os meninos.
Tomando a
palavra a Isabel partilhou toda a alegria, entusiasmo e gratidão que
recebera das meninas da Fundação em agradecimento ao dom e solidariedade que a
Família Andaluz tivera para com elas. Emocionados com o presente recebido, todos
agradecemos a Deus que através de Luiza Andaluz nos concede esta graça de poder, ou pelo menos tentar, dar
continuidade à obra de Luiza Andaluz.
4. A Família Andaluz escutou a proclamação do Evangelho
de S. Marcos ........ seguido de uma reflexão
orientada na meditação, levando a cada um de nós a colocarmos nas mão de
Deus as nossas tristezas,sofrimentos, família, etc
Este tema
esteve na Abertura Pastoral presidida pelo nosso Bispo Jean-Claude Holeriche
que teve como tema : “Converter-se a Jesus Cristo”
Foi entregue
uma oração sobre esse mesmo tema, onde terminamos o nosso encontro orando essa
mesma oração em Familia Andaluz
- Despedimo-nos marcando novo encontro para o dia 09
de Dezembro
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Familia Andaluz em Peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes “Somos peregrinos do Luxemburgo”
Foram estas palavras que levámos gravadas
nos nossos lencinhos quando peregrinávamos rumo ao santuário de Nossa Senhora
de Lourdes, em França nos dias 17 a 20 de Maio 2013. Esta mensagem inscrita no
coração de cada um/a, identificou-nos como grupo de 113 peregrinos portugueses,
emigrantes no Luxemburgo, onde a Família Andaluz estava representada com varios
membros,.
O que me move como peregrina
Ir ao Santuário Mariano de Nossa Senhora
de Lourdes é já para mim uma peregrinação quase habitual em cada ano. Mas faço-o
sempre com muita fé, alegria e esperança.
“Fé”; porque sem fé não me adiantaria lá
voltar, pois a viagem não é das mais fáceis. Mas a fé que me leva ao encontro
aquele lugar que Nossa Senhora escolheu para que os seus fiéis se reunissem em oração,
é verdadeira e supera todos os obstáculos que podem surgir.
“Alegria”, porque é com muito júbilo que
vivo e viajo com os outros peregrinos envolvidos na mesma fé, que nos une e nos
leva a partilhar tantas coisas maravilhosas. Esta vivência (e redescoberta) com
pessoas diferentes é uma experiencia muito rica. Ela não só alarga o meu
círculo de amizades mas antes de mais me ajuda a sentir bem, a ser mais forte.
A convivência partilhada em Família Andaluz e a união que sempre sinto com os outros
peregrinos têm sido para mim uma das mais lindas experiências vividas ao longo
destes 7 anos em que sou peregrina ao Santuário de Nossa Senhora de Lourdes.
“Esperança”;
porque tenho sempre confiança que tudo vai correr bem.
Colaborar na organização
A pedido da irmã Donzília tenho colaborado
na organização da peregrinação. E dentro desta responsabilidade vivo muito os
sentimentos, como: de alegria, de ousadia, de algum medo, de inquietação, de preocupação,
etc. Desde a preparação dos guiões que orientam os peregrinos com todo o
percurso da oração - Vésperas, Laudes via-sacra, e outras – até ao livro de
cânticos para a oração do Rosário, e outras canções populares, passando pelo
pequeno cartão com a Imagem de Nossa Senhora, com o nome de cada peregrino,
tudo nos envolveu.
E durante a viagem a preocupação em
estar atenta a todos, sem exceção, levou-me a viver todos esses sentimentos. E
sinto que o faço com muita alegria.
Acolhidos por Maria
Ao chegar ao santuário, podemos afirmar
com o coração:
Lourdes! Santuário de acolhimento e de
oração.
Ali, somos acolhidos por Nossa Senhora
que nos recebe de braços abertos. E nós, seus filhos, também nos refugiamos em
seu regaço.
O local é
lindíssimo. A paisagem verde dividida pelo rio corrente que ao mesmo tempo
refresca o horizonte, é bela. Propício à entrega total do nosso ser a Deus.
“Estejamos atentos à Voz do Senhor quando no silêncio
e no recolhimento nos aponta o caminho.”
Luiza Andaluz
Nós família Andaluz sentimos bem forte a
presença Espiritual de nossa tão amada Luiza Andaluz.
Eucaristia na Basílica
Logo que chegámos fomos convidados a
participar na Eucaristia na basílica de Santa Bernadete, celebrada em língua
Portuguesa. Este ano tivemos o privilégio de ter connosco um sacerdote vindo do
norte de Portugal, padre Eduardo Novo que presidiu à Eucaristia e nos agraciou
com uma linda homilia: Nela recebemos a mensagem do acolhimento que Nossa
Senhora faz de todos os nossos problemas. E por isso é nela que devemos confiar
todas as nossas dificuldades da vida: a nossa família, os nossos filhos, as nossas
dores. Ela acompanha-nos em todos os momentos; nunca nos abandona. Mas nós,
como filhos, vamos até Ela e a nossa presença numerosa nesta peregrinação é a
prova disso mesmo.
Via Sacra entre intempéries
De seguida, fomos fazer a
via-sacra, naquele local montanhoso, lindíssimo. Nele estão as imagens de cada
estação em Bronze e que representam o caminho de Jesus para o monte do Calvário.
Meditamos na Sua Cruz, na Cruz de cada um de nós.
Aí fazemos a experiência de
sentirmos aquelas imagens como que a falar-nos e a ajudar-nos a viver espiritual
e profundamente esses momentos. Mas, direi que, só quem a vive é que pode
compreender. Este ano porém, o tempo apresentou-se chuvoso: chovia, o frio e a
humidade estavam bem presentes. E estes talvez pudessem ser fatores para que muitos
peregrinos não participassem. Mas não! Pois a fé que nos alimenta e guia, é bem
superior a todas estas intempéries. Foi longa a nossa via-sacra, mas muito
participada. Todos estávamos lá.
"Nunca devemos temer a Cruz que o Senhor oferece,
porque aceitando-a com Amor toda a Cruz
leve parece." Luiza Andaluz
Sim, foi com cansaço, mas
com muita fé, que ao terminar a via-sacra, nos dirigimos para o hotel onde uma
refeição quentinha e boa nos esperava.
E como não há tempo a perder, de seguida
mais uma saída para participarmos na procissão de velas.
Unidos na mesma fé: Procissão de velas
E o que dizer
desta celebração e manifestação de fé?
Durante a procissão é rezado o Rosário
em diversas línguas. A procissão das velas é sempre para mim um momento muito
importante onde me sinto diferente culturalmente de tantos outros peregrinos
vindos dos 4 cantos do mundo. Porém, ao mesmo tempo sinto-me igual, porque
unida na mesma fé: somos todos irmãos e na única filiação, do Pai, falamos
todos a mesma língua, na linguagem da fé, do AMOR..
É nesta atmosfera de fé e de amor que nos
dirigimos para o hotel onde uma noite de descanso é bem aproveitada.
Vive em paz quem sabe
unir, generosamente, a sua vontade à de Deus.” Luiza Andaluz
Dia de Pentecostes: uma nova atmosfera espiritual
E chega o domingo, o dia do Senhor! Dia
de Pentecostes! Logo de manhã dirigimo-nos para a grande basílica que acolhe vinte
e cinco mil peregrinos, de diferentes raças, cores e nações, adultos, jovens, doentes,
vindos de todo o mundo. Todos reunidos para escutar a palavra de Deus. A
presença dos sete dons do Espirito Santo, representados em símbolos de velas e
levados ao altar por crianças, os evangelhos proclamados em diversas línguas, toda
a aquela atmosfera espiritual comungada e partilhada por todos os irmãos
reunidos no mesmo banquete, eleva-nos. Faz-nos sentir que é maravilhoso, fascinante!
A tarde de Domingo
Na tarde de domingo o grande grupo foi
dividido em três grupos: um grupo foi visitar a casa de Bernadete, ver o filme,
…, outro foi visitar o museu de cera, a gruta,… o outro grupo ficou com o tempo
livre podendo fazer o que entendesse. Porém, todos partimos sabendo que à hora
marcada lá estaríamos para participar na procissão e bênção dos doentes. E este
intenso e maravilhoso dia termina com a procissão das velas.
Terminar da peregrinação:
A nossa peregrinação terminou com a Eucaristia
de envio em língua portuguesa na gruta. Aos pés de Nossa Senhora, colocámos os
nossos pedidos e preocupações, as nossas vidas. E cheios do Espírito Santo dirigimo-nos
para o autocarro que, entretanto com ajuda dos motoristas, já tinham carregado
as bagagens. E iniciamos o nosso regresso a casa, cantando cheios de emoção
(entre lágrimas de felicidade) o cântico do adeus a Nossa Senhora.
A viagem é longa, tornando-se cansativa.
Mas carregados de tantas emoções, alegrias e de tanta fé, nada custa.
Ao longo da viagem foi proposto um jogo formativo
sobre o Antigo e o Novo Testamento, sobre a Liturgia e a História da Igreja. Senti
que esta formação de forma dinâmica e lúdica se tornou engraçado e por isso acolhido
por todos os peregrinos.
Partilha/Avaliação
No final foi lançado um convite à
partilha sobre o que cada um viveu e sentiu no fim-de-semana em Lourdes onde
rezámos, choramos e rimos, todos unidos. Não tenho palavras para descrever tal
momento de partilha. A todos tocou! Foi muito rico e maravilhoso ver e ouvir
crianças, jovens, e mais velhos, partilharem os seus sentimentos vividos. E com
a promessa de que para o ano que vem, lá nos encontraremos de novo a mesma
magia do fim-de-semana.
Dar graças
Não posso deixar de dar Graças a Deus
por tudo, e de bendizer mais uma vez a nossa Mãe a quem nós dedicámos esta
peregrinação.
“Nos caminhos da vida
mantenhamos sempre o olhar confiante em Maria, que carinhosamente nos conduz.” Luiza Andaluz
Agradeço ao meu marido que me acompanhou.
E sei que por vezes não é fácil para ele. Eu própria muitas vezes o deixo para
ir ao encontro dos outros. Mas sei que só poderei ser o que sou e fazer o que
faço, graças à sua presença e à sua compreensão, ao seu apoio amoroso.
Á Irmã Donzília, que tanto se empenha
para nos proporcionar esta maravilhosa peregrinação, agradeço. A todos os que
se ocuparam e participaram na organização desta peregrinação: o meu marido, a Isabel
e o Carlos, a Clara e o António, a Emília e o Camilo, a Filomena e o Manuel, a Lucinda
e o Carlos, um muito obrigado.
E um grande bem-haja a todos os que nos
acompanharam e partilharam esta experiência de peregrinos.
Com entusiasmo e carinho
Dores Borges
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
FAMÍLIA ANDALUZ MARCA PRESENÇA
Como é hábito, a “Família Andaluz” da Guarda reúne-se
mensalmente para reflectir e partilhar, para que, vivendo o carisma e a
espiritualidade da Congregação, fundada por Luiza Andaluz, possa contribuir com
os seus dons, na construção do Reino.
Neste mês de Outubro, marcaram presença quinze elementos:
onze leigos e quatro Irmãs, que atualmente constituem a comunidade. Após a
oração de vésperas, encaminhámo-nos para o salão, onde ardia uma fogueira que
nos aqueceu em todos os sentidos, qual chama a arder na amizade, acolhimento e
alegria, como família que somos. Seguiu-se a apresentação do grupo, pois
estavam novos elementos.
Iniciámos com a seguinte questão: como vivi neste mês,
a minha vocação cristã, na qualidade de membro da Família Andaluz?
Depois, fizemos a leitura da Palavra do domingo
seguinte, que foi comentada e refletida em três pontos: ambiente, mensagem e
atualização de cada uma das leituras. Em seguida fez-se a partilha da Palavra, a
iluminação da vida, a conclusão e a oração da Família Andaluz. Todos ficámos
enriquecidos com o manjar da Palavra de Deus, conscientes de que o Senhor fará
frutificar, na nossa vida, o que foi semeado.
No final foi proposto que, além desta reunião mensal, houvessem
outros encontros, só para a partilha da fé. Ficou decidido reunirmos
quinzenalmente: o encontro habitual da Família Andaluz, e outro para a partilha
da fé.
Planeámos também, a longo prazo, o convívio de Natal,
com oração de vésperas e jantar partilhado, o que a todos alegrou, pois desde
há muito que este encontro é desejado. É nosso anseio que esta família cresça
em dinamismo, na maturidade da fé e em número, sobretudo de gente jovem,
testemunhando na sua vida, a complementaridade das diferentes vocações da
Igreja.
A comunidade da Guarda
Família Andaluz, Amareleja – 9 de Outubro de 2013
Regressámos aos nossos encontros Família
Andaluz, com o empenho e dedicação característicos deste grupo.
Este primeiro encontro realizou-se na Igreja.
Nele, passámos a contar com a agradável companhia do nosso pároco, que será
sempre, para nós, de grande riqueza eclesial e espiritual.
Pedimos juntos, a Luiza Andaluz, que
intercedesse por nós, confiantes que o Senhor nos atende e fortalecerá este
grupo na fé, na coragem e na confiança para avançarmos na nossa caminhada.
Recitámos o Rosário, tendo todo o grupo participado nas leituras.
No final, o senhor Prior fez a sua valiosa
intervenção, e pediu candidatos para a formação do grupo de acólitos que se vai
iniciar na Amareleja, pois fazia questão que a iniciativa partisse do movimento
Família Andaluz, o que nos deixou realmente agradados e muito felizes.
Terminámos o nosso encontro, com o chá e os
bolinhos habituais, e com o nosso coração preenchido e renovado, neste recomeço
de ano pastoral.
Matilde Fialho
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