quarta-feira, 11 de junho de 2014

Programação Ano Pastoral 2014/2015

Ontem, dia 10 de Junho, a ECFAP esteve reunida na Quinta do Candeeiro - Moscavide, a preparar a reunião de avaliação do ano 2013/2014 e a programar o próximo ano.

Solicitamos a quem ainda não o fez, que confirme a presença na reunião do próximo dia 21 de Junho (Sábado), às 9h na Casa Luiza Andaluz em Fátima, através do email da FA ou dos contactos de telefone habituais.



Num momento de descontracção, aderimos à famosa moda das selfies, onde contámos com a presença da Irmã Maria dos Anjos que representou todas as irmãs da comunidade do Candeeiro a quem agradecemos o acolhimento e o apoio neste trabalho.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Peregrinação da Família Andaluz de Luxemburgo a Lourdes


Inicia hoje a Peregrinação do grupo da Família Andaluz de Luxemburgo a Lourdes até ao dia 9 de Junho.
Estaremos em oração para que este grupo cresça e fortifique a sua fé nesta bela Peregrinação à Nossa Senhora de Lourdes.



segunda-feira, 2 de junho de 2014

FAMÍLIA ANDALUZ DE ANGOLA


            Testemunho do dia 13 de Maio, festa de Nossa Senhora de Fátima.


            Nós como membros da Família Andaluz, partilhando o carisma com as Servas de Nossa Senhora de Fátima, dentro do grupo Juvenil Família Andaluz em Angola, não deixámos de celebrar este grande dia de festa, onde recordámos a história das Aparições do Anjo em 1916 e 1917.
            Por três vezes um Anjo veio convidar os pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta, para a oração, sacrifício e desagravo, em preparação para as visitas de Nossa Senhora. No dia 13 de Maio – Domingo, apareceu “UMA SENHORA MAIS BRILHANTE QUE O SOL”, da qual a Lúcia dizia na sua narração, vimos sobre uma carrasqueira uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.
            Nós, os membros da FA, presentes no Seminário Maior Arquidiocesano de Luanda, participámos neste dia, na Eucaristia celebrada pelo Reverendo Padre Espiritual Adelino Moma que, na sua homilia dizia que “Nossa Senhora” é modelo das famílias cristãs e símbolo da Igreja dos crentes.
            Assim sendo, continuámos a viver este dia meditando os Mistérios Dolorosos rezando o Rosário como uma das recomendações de Nossa Senhora. O Rosário teve início às 18 horas com a presença de todos os Seminaristas e foi presidido pelo Magnífico Reitor António Rodrigues de forma solenizada e com procissão de velas acesas.
            Foi assim que nós vivemos este dia, rezando também pelas Servas de Nossa Senhora de Fátima.
           

João Estevão Daniel

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Encontro Família Andaluz em Luxemburgo



A Família Andaluz no Luxemburgo, mais uma vez, se reuniu em prol do caminho da evangelização.
O nosso encontro iniciou-se com as palavras de boas vindas da irmã Donzília, assim como, lembrar os vários acontecimentos agendados no programa anual, tais como: viagem a Lourdes a realizar de 6 a 9 de Junho, Oração do Rosário durante o mês de Maio, etc.
Seguiu-se um momento de partilha.


No último encontro tínhamos levado para nossas casas uma proposta de trabalho, reflexão e oração para a caminhada quaresmal.
De seguida desenvolvemos o tema:

“A PALAVRA E O EMPENHO CRISTÃO NA NOVA EVANGELIZAÇÃO”

Foi um momento muito importante de reflexão sobre o nosso empenho na nova evangelização:
Que fazemos para evangelizar?
Como o fazemos?
Onde o fazemos? 
Será que a nossa vida é já uma evangelização?


Tantas questões que enriqueceram a nossa reflexão e as nossas partilhas, mas sobretudo ajudou-nos a situar na missão de cada um: na família, no trabalho, na sociedade, e na Igreja… Demos conta que fazemos muitas coisas boas e já estamos inseridos em vários serviços específicos de evangelização, mas precisamos de tomar consciência, que o que somos e fazemos, precisa de ser animado pelo espírito de comunhão em Igreja a exemplo de Luiza Andaluz.
A irmã Donzília concluiu este encontro com uma reflexão sobre o texto indicado.
De seguida passamos ao aprofundamento em oração, que teve uma forma diferente das outras, esta realizou-se no final do encontro. Pois o habitual, é iniciarmos os nossos encontros, com a oração de vésperas.
Terminamos, cantando os Parabéns ao Carlos Morim, que nesse dia celebrava o Dom da Vida em família e por esse motivo não participou no encontro, mas avisou a sua ausência.  


Dores Borges

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Mensagem de Páscoa - Coordenação Geral


«Vinde, vede o lugar onde jazia e ide depressa dizer aos seus discípulos: ‘Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia. Lá o vereis.» 
(Mateus 28, 6b-7)


Desejamos a todos os Membros da Familia Andaluz uma Santa e Feliz Páscoa. Pedimos ao Senhor que esta Páscoa seja o ponto de partida, para que a vida de cada um de nós seja renovada pelo Amor de Jesus Cristo. Abrir o nosso coração é dizer sim à missão que Deus tem para todos nós. Sejamos cada vez mais missionários nas nossas comunidades. Missão é partir e partilhar, mais do que receber a alegria está no dar.



Abraço com amizade,

Samuel Gomes
Coordenador Geral

terça-feira, 8 de abril de 2014

Partilha do Retiro de Leigos, 14-16 de Março de 2014. Fátima.

Participar num retiro, para mim, é sempre um resposta a um convite de Deus e a um anseio da alma. Porque amo a Deus e reconheço a necessidade que tenho d'Ele mesmo, de viver n'Ele e com Ele, quero ir ao Seu Encontro. Procuro o Senhor porque quero em primeiro lugar Estar com ele. Em segundo lugar, quero ir ao seu encontro porque escolhi, na minha vida, que é n'Ele que desejo encontrar as respostas às grandes dúvidas do meu coração, e é n'Ele que quero procurar a cura das minhas feridas. Num acto de Fé, deposito assim em Deus a minha confiança, não conheço outra salvação. 

Neste retiro, em particular, vim procurar uma pergunta e uma resposta de amor. Sabemos que Deus é bom e que nos ama, aprendemos desde cedo na catequese. Mas será que eu sei mesmo isto? Afinal, como é a minha alegria que deveria vir desde grande conhecimento que é saber-me amada por Deus? E amor este que não é um qualquer, mas semelhante àquele que o Pai dedicou a Jesus, conforme Ele mesmo disse aos discípulos: «como o Pai me amou, Eu vos tenho amado». E, se julgo que Deus me ama, como poderei abraçar a minha cruz, aquela que me foi dada a mim, à semelhança de Cristo, que abraçou a Sua Cruz, dando-nos assim o exemplo? Com efeito, «Se alguém quiser seguir-Me, tome a sua cruz e siga-Me». Mas a cruz não é algo que se deseja nem é algo que seja fácil de transportar. E nos meandros do caminho, surge a tentação: Deus não é um bom Deus para comigo, esqueceu-Se de cumprir o Seu papel. Depositei n'Ele a minha confiança, e recebi uma dor, um peso de que não me consigo libertar. Mas o objectivo do Cristão não é eliminar a dor nem a cruz que precisa de transportar, não foi isso que Jesus nos indicou. Eu queria viver sem cruz, pedir a Deus que me livrasse de todas as contrariedades, mas depois compreendi que a minha salvação estava em pedir a Deus que me ajudasse a suportar todas as contrariedades e em aprender a amar da mesma forma que Jesus nos amou e nos ama. Com efeito, o amor de Deus é maior do que o nosso. Às vezes, julgamos o amor de Deus pela mesma medida daquilo que nós próprios somos capazes de amar. Quando o desafio é precisamente o contrário, sairmos de nós próprios para compreendermos melhor a maneira do amor de Deus, através do Encontro com Ele, a Fonte, e através do encontro com as outras pessoas. Somos nós, sou eu que preciso de aprender a amar mais à semelhança do nosso Mestre Divino. E para isso preciso de O conhecer melhor, conhecer o que Ele disse e fez, como foram os Seus gestos, como é que Ele Se revelou a nós, como é que Ele Se revela continuamente aos outros e ao mundo.

Por último, gostaria de referir a experiência de igreja que também fizemos neste retiro. Encontrámo-nos pessoas de várias idades, e com vários tipos de experiência de retiros, desde pessoas para quem era uma novidade, a pessoas que participavam regularmente. Isto não foi obstáculo para a caminhada pessoal de cada um. O retiro teve bastantes momentos de oração pessoal em silêncio e tinha muitas meditações e pistas orientadoras de oração para quem estivesse menos habituado a rezar sozinho. Sendo que estas pistas não pretendiam ser uma imposição para a oração de cada um, mas apenas indicações, cada um esteve livre para percorrer o seu caminho. A partilha que também foi sendo feita, de especial modo no final, também foi uma riqueza. Aqui fica ainda um agradecimento à equipa de preparação e orientação e um convite para aqueles que no futuro se sintam interpelados a fazer esta experiência. Será sempre tão enriquecedora quanto formos também capazes de nos depositarmos nas mãos de Deus e de nos abrirmos à Graça. 

Susana Coito