Animação na XIX jornada da Família Andaluz em Fátima - no Salão do Bom Pastor http://www.facebook.com/l/
domingo, 27 de abril de 2014
Jornada da Familia Andaluz - Portugal
Aqui vai a primeira mensagem - para abrir o apetite!!!
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
Mensagem de Páscoa - Coordenação Geral
«Vinde, vede o lugar onde jazia e ide depressa dizer aos seus discípulos: ‘Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia. Lá o vereis.»
(Mateus 28, 6b-7)
Desejamos a todos os Membros da Familia Andaluz uma Santa e Feliz Páscoa. Pedimos ao Senhor que esta Páscoa seja o ponto de partida, para que a vida de cada um de nós seja renovada pelo Amor de Jesus Cristo. Abrir o nosso coração é dizer sim à missão que Deus tem para todos nós. Sejamos cada vez mais missionários nas nossas comunidades. Missão é partir e partilhar, mais do que receber a alegria está no dar.
Abraço com amizade,
Samuel Gomes
Coordenador Geral
terça-feira, 8 de abril de 2014
Partilha do Retiro de Leigos, 14-16 de Março de 2014. Fátima.
Participar num retiro, para mim, é sempre um resposta a um convite de Deus e a um anseio da alma. Porque amo a Deus e reconheço a necessidade que tenho d'Ele mesmo, de viver n'Ele e com Ele, quero ir ao Seu Encontro. Procuro o Senhor porque quero em primeiro lugar Estar com ele. Em segundo lugar, quero ir ao seu encontro porque escolhi, na minha vida, que é n'Ele que desejo encontrar as respostas às grandes dúvidas do meu coração, e é n'Ele que quero procurar a cura das minhas feridas. Num acto de Fé, deposito assim em Deus a minha confiança, não conheço outra salvação.
Neste retiro, em particular, vim procurar uma pergunta e uma resposta de amor. Sabemos que Deus é bom e que nos ama, aprendemos desde cedo na catequese. Mas será que eu sei mesmo isto? Afinal, como é a minha alegria que deveria vir desde grande conhecimento que é saber-me amada por Deus? E amor este que não é um qualquer, mas semelhante àquele que o Pai dedicou a Jesus, conforme Ele mesmo disse aos discípulos: «como o Pai me amou, Eu vos tenho amado». E, se julgo que Deus me ama, como poderei abraçar a minha cruz, aquela que me foi dada a mim, à semelhança de Cristo, que abraçou a Sua Cruz, dando-nos assim o exemplo? Com efeito, «Se alguém quiser seguir-Me, tome a sua cruz e siga-Me». Mas a cruz não é algo que se deseja nem é algo que seja fácil de transportar. E nos meandros do caminho, surge a tentação: Deus não é um bom Deus para comigo, esqueceu-Se de cumprir o Seu papel. Depositei n'Ele a minha confiança, e recebi uma dor, um peso de que não me consigo libertar. Mas o objectivo do Cristão não é eliminar a dor nem a cruz que precisa de transportar, não foi isso que Jesus nos indicou. Eu queria viver sem cruz, pedir a Deus que me livrasse de todas as contrariedades, mas depois compreendi que a minha salvação estava em pedir a Deus que me ajudasse a suportar todas as contrariedades e em aprender a amar da mesma forma que Jesus nos amou e nos ama. Com efeito, o amor de Deus é maior do que o nosso. Às vezes, julgamos o amor de Deus pela mesma medida daquilo que nós próprios somos capazes de amar. Quando o desafio é precisamente o contrário, sairmos de nós próprios para compreendermos melhor a maneira do amor de Deus, através do Encontro com Ele, a Fonte, e através do encontro com as outras pessoas. Somos nós, sou eu que preciso de aprender a amar mais à semelhança do nosso Mestre Divino. E para isso preciso de O conhecer melhor, conhecer o que Ele disse e fez, como foram os Seus gestos, como é que Ele Se revelou a nós, como é que Ele Se revela continuamente aos outros e ao mundo.
Por último, gostaria de referir a experiência de igreja que também fizemos neste retiro. Encontrámo-nos pessoas de várias idades, e com vários tipos de experiência de retiros, desde pessoas para quem era uma novidade, a pessoas que participavam regularmente. Isto não foi obstáculo para a caminhada pessoal de cada um. O retiro teve bastantes momentos de oração pessoal em silêncio e tinha muitas meditações e pistas orientadoras de oração para quem estivesse menos habituado a rezar sozinho. Sendo que estas pistas não pretendiam ser uma imposição para a oração de cada um, mas apenas indicações, cada um esteve livre para percorrer o seu caminho. A partilha que também foi sendo feita, de especial modo no final, também foi uma riqueza. Aqui fica ainda um agradecimento à equipa de preparação e orientação e um convite para aqueles que no futuro se sintam interpelados a fazer esta experiência. Será sempre tão enriquecedora quanto formos também capazes de nos depositarmos nas mãos de Deus e de nos abrirmos à Graça.
Susana Coito
segunda-feira, 24 de março de 2014
Partilha: Retiro de Leigos - Fátima
Saudações Irmãos,
Durante os dias 14 a 16 de Março, em Fátima,
realizou-se mais um retiro para leigos da Família Andaluz. Este texto pretende
ser um relato de como foi vivenciado este retiro.
A ansiedade da participação pela primeira vez
numa acção destas, foi ponto de partida para uma aventura sem precedentes. Na
chegada, a calorosa recepção da Irmã Clara e a apresentação à Casa fizeram com
que sentíssemos que, finalmente, estávamos ali. E tudo começou à mesa do
Jantar, onde iniciamos os rituais de partilha e de vivência nesta nossa pequena
“nova” comunidade para os dias que se seguiram. Iniciámos com Graças pela união
e pedindo que Deus nos ajudasse a que este retiro fosse proveitoso para todos.
Após o jantar, tivemos a primeira sessão de
trabalho onde nos ficámos a conhecer um pouco melhor. Vimos que tínhamos
pessoas de várias paróquias e a maioria ligada aos grupos de leigos da Família
Andaluz. O primeiro tema de reflexão foi apresentado, associado a algumas
sugestões de orientação para a nossa Oração pessoal. Lemos a Palavra e tentámos
abrir desde então o nosso coração ao Senhor nosso Deus, orientados também pelas
sábias frases de Luísa Andaluz. Terminámos o dia com tempo para reflectir em
nossos quartos, no silêncio, sobre a Palavra e sobre o tema de reflexão.
Na manhã seguinte, juntos com as Laudes, demos
Graças ao Senhor por mais um dia, e preparámo-nos para mais um “exigente” dia
de trabalho. Seguiram-se momentos de orientação dados pela Irmã Clara e pela
Manuela, que foram importantes na criação de linhas guia. Estas linhas permitiam-nos
ir caminhando numa aproximação a Deus através da Oração pessoal e reflexão. Os
períodos de Oração foram intensos, culminando na Adoração do Santíssimo onde a
partilha nas Preces foi de tal modo intensa que vivemos as Vésperas de um modo
muito especial. A noite concluiu-se com o Terço na Capelinha, onde foi dada
grande atenção ao período da Quaresma, à preparação do nosso coração para Deus,
da resolução das nossas falhas e do pedir entrega nas Vocações. No último dia,
todos nos unimos para as Laudes e seguimos para a Eucaristia na Basílica da
Santíssima Trindade, onde o tema da Transfiguração de Cristo, foi um continuar
do nosso processo de retiro. Como o vaso que se torna a moldar nas mãos do
oleiro, também nós entendemos a necessidade de voltar a moldar esse vaso. Mais
anda, vimos como este processo é importante e que o Sacramento de Reconciliação
permite-nos moldar cada vez melhor este vaso, que tende para imperfeito e
desfigurado.
De regresso, quase a terminar, tivemos a
oportunidade de trabalhar o último tema, de reflectir na Oração pessoal e
partilhar entre nós Orações que, de algum modo, eram reflexo do nosso caminho
nestes dias. Foi um momento outra vez muito intenso, muito emotivo, onde todos
à sua maneira, mostraram que o tempo de retiro os ajudou a resolver questões, a
colocar em perspectiva assuas vidas e a se aproximar de Deus através de Jesus
Cristo nosso Senhor e com a ajuda de Luísa Andaluz.
Felizes pela Graça recebida, terminámos com o
almoço de despedida que contou com a presença da Andreia, coordenadora nacional
da Família Andaluz. Deixa-se aqui um agradecimento fraterno às restantes Irmãs
Servas de Nossa Senhora que, nos bastidores deste retiro, cuidavam de nós, da
nossa alimentação e do nosso bem-estar. Sem esta ajuda, a entrega a este retiro
não teria sido o que foi. Como dizia Luísa Andaluz, “Estejamos atentos à Voz do Senhor quando no silêncio e no recolhimento
nos aponta o caminho”e, observando a Palavra na escrita de Mateus 13, 45-46
“O Reino dos céus também é como um negociante que procura pérolas preciosas.
Encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo o que tinha e a
comprou”.
Ficou a vontade de continuar, a vontade de
repetir, a vontade de orientar mais irmãos e irmãs para fazer esta actividade.
Saímos melhores, em Paz e com as forças renovadas. Que o Espírito Santo nos
permita caminhar fazendo as coisas mais alegres e, com esta alegria, cativemos
os corações de quem não crê, não espera e não ama Deus. Que nos sirva de
exemplo Luísa Andaluz.
Bem hajam,
Tiago Atalaia
Sesimbra, 18 de Março de 2014.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Retiro de Leigos - Fátima
Inicia hoje, na Casa Luiza Andaluz em Fátima o Retiro de Leigos com o tema:
"Passar fazendo o bem, construindo um mundo de beleza e verdade"
Tenhamos presentes nas nossas orações, aqueles que se predispuseram a estar com Deus de uma forma mais profunda durante este fim de semana e também a equipa que os vai acompanhar e animar.
"O Senhor é Alguém que se deixa procurar. Segui-l'O supõe, por vezes escolhas radicais. Aceitemos deixar-nos conduzir para viver e fazer viver. Construamos com coragem um mundo de beleza, bondade e verdade."
sexta-feira, 7 de março de 2014
Testemunho: II Assembleia da Família Andaluz em Portugal
No passado dia 15
de fevereiro realizou-se a II Assembleia da Família Andaluz em Portugal, na
Casa Mãe, em Santarém, bem junto à Madre Fundadora. Vieram cerca de 90 pessoas,
um pouco de todo o país, por onde o Espírito Santo tem vindo partilhar este
carisma com os leigos através da Congregação: Guarda, Lamego, Entroncamento,
Amareleja, Sesimbra, Valado dos Frades, S. Tomé de Lamas e Ericeira, que
participou pela primeira vez. Estiveram ainda presentes várias Irmãs que não
estão ligadas a nenhum grupo FA, mas que animam actividades propostas pela
Família.
O dia decorreu sob
o tema «Passar fazendo o bem, construindo um mundo de beleza e de verdade».
Após um caloroso acolhimento e a oração da manhã foi apresentado um breve
relatório de actividades da FA em Portugal durante o ano de 2013, bem como a Jornada da Família Andaluz que decorrerá no dia 25 de
abril, em Fátima. Nela cada um dos grupos terá uma intervenção da qual teve
conhecimento e que foi desafiado a preparar com criatividade.
A Eucaristia foi
celebrada às 11h30 na capela, presidida pelo Pe Joaquim Ganhão que, com o
carinho habitual por Luiza Andaluz, a comparou ao Papa Francisco na medida em
que não olhou a meios para levar Jesus Cristo onde Ele ainda não era conhecido,
sobretudo aos mais pobres. Exortou a todos a construir a sua vida cristã em
alicerce firme, tendo como modelo a Madre Fundadora.
O almoço foi um
alegre momento de partilha de alimentos, conversas, vida e sorrisos, seguido de
uma visita à casa pela mão da Ir Rosa Coito e saboreada por muitos dos
presentes, independentemente de estarem ou não pela primeira vez naquele lugar.
A tarde foi
dedicada à reflexão acerca da organização e funcionamento da Família Andaluz.
Realizaram-se trabalhos em grupo e um plenário bastante participado e animado
no qual a ECFAP pode recolher variadas sugestões para implementar no futuro.
Por falar em futuro, a ECFAP fez ainda uma proposta entusiasmante: organizar
mais um encontro por ano entre os diversos grupos da FA, um magusto, a decorrer
no mês de novembro. O dia terminou com a oração do Magnificat. Todos
regressaram a casa com o coração cheio e, na agenda, a Jornada, o magusto e a
participação num dos retiros, que ninguém quer perder.
Ir Isabel
Martins
Encontro de preparação para o Sacramento da Comunhão
Realiza-se hoje, na Paróquia de Colares, um encontro para os pais do meninos que no próximo mês de Maio irão receber o Sacramento da Comunhão.
Vamos ter presentes nas nossas orações, os pais que vão estar presentes e a equipa que vai dinamizar o encontro.
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